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Mãe lafaietense é vítima de violência obstétrica


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Fanny Elen
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Publicado em: 05/06/2015 - 00:00

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"Ah, isso aí é porque você está querendo abortar. Tome aqui uma guia para exame de ultrassom. Faça quando der". Essas foram as palavras ouvidas por Nara Avelar Teixeira Ferraz Regis  ao procurar o serviço de urgência do seu plano de saúde com fortes cólicas na quarta semana de gravidez. Em seu relato ao Jornal CORREIO, a bacharel em Direito e professora de idiomas revelou que, assim como muitas mulheres, foi vítima de violência obstétrica durante a gestação. “Não foi uma violência física, mas me marcou. Como meu obstetra estava impossibilitado de atender, resolvi procurar o serviço de urgência do meu plano de saúde na época. O clínico geral que me atendeu ouviu meu relato e, nem sequer me examinou ou olhou no meu rosto. Fiquei estarrecida. Graças a Deus, estava tudo bem conosco, mas as marcas daquele atendimento pavoroso ficaram lá, no nosso âmago”, revela.

Leia a matéria completa na edição impressa, que estará nas bancas a partir deste sábado, dia 6 de junho de 2015

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